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REVIEW: One Piece 1x07 - “Grande Duelo! Zoro, o Espadachim vs. Cabaji, o Acrobata!”



SINOPSE:
Zoro enfrenta Cabaji, o Acrobata, enquanto Luffy enfrenta Buggy e Nami procura o mapa para a Grand Line!

REVIEW:

One Piece realmente é interessante na criação de personagens. Embora Cabaji seja provavelmente um rival páreo para Zoro com suas táticas de batalha e maneira única de se lutar, você percebe que ele foi meramente um peão, pois se Zoro não estivesse ferido, Cabari teria sido derrotado facilmente.

Eu apenas percebi agora que Nami possui um bastão que cresce, bastante semelhante a que Son Goku usava em Dragon Ball Clássico, eu sei que é de um mito japonês ou algo assim, mas com todas as inspirações e semelhanças de Dragon Ball nos personagens,dificilmente acho que seja uma mera coincidência, provavelmente uma homenagem.

Este episódio adaptou os capítulos 15 a 18 do Mangá, e como sabem eu gosto de comparar as duas obras, bem no mangá, Zoro deliberadamente corta sua própria ferida para provar sua força como espadachim, o anime muda isso, onde ele deliberadamente deixa Cabaji cortar a sua ferida, no mangá também temos a cena em que Cabaji abandona seu monociclo e tenta atacar a pé quando seus "truques de circo" são ridicularizados por Zoro, já no anime, ele permanece no monociclo até seu ataque final. Uma cena adicional é mostrada no anime que é quando Nami está roubando o tesouro de Buggy, já no mangá não é mostrado.

Tenho que ressaltar que durante as cenas de luta e como a maneira de cada ataque / esquiva faz sentido, isso torna tudo muito divertido e gratificante em se assistir. Por exemplo, a maneira como Luffy pulou para evitar um ataque e, para aumentar sua mobilidade aérea, ele se esticou e se jogou em um poste se encaixa na minha descrição.  Quando os combates são sem sentido em cada movimento, elas perdem muito valor, e por isso que me divirto não apenas no tom do humor do anime, como também na parte da lutas.

A principal coisa que eu gostei nesse episódio é a facilidade com que o chapéu de Luffy é danificado. Não é apenas um objeto intocável protegido por ser especial. Buggy, que representa apenas uma pequena ameaça ao Luffy, é capaz de zombar do chapéu de Luffy com bastante facilidade. Isso combinado com o status especial do que o chapéu  representa para Luffy, tornou a luta muito mais interessante do que teria sido de outra forma.

Porém nos episódios anteriores Luffy foi atingido na cabeça pelo Capitão Morgan com seu machado, mas ele usava usando o chapéu, agora há uma certa confusão, especialmente neste episódio, Buggy diz que borracha não ricocheteia. Então, a borracha não o salvaria do machado antes, certo? Se o chapéu pode ser destruído tão facilmente neste episódio e a borracha não salva Luffy de coisas afiadas, como ele não foi aniquilado pelo machado de Morgan? é uma coisa a se pensar será que houve algum erro do autor? ou outro Mistério de One Piece? Fica nossa dúvida no ar.


E pela segunda vez vemos Luffy se enfurecer neste novo arco da Cidade Laranja, e vemos como o chapéu de palha é importante para ele e o que ele representa para Luffy que é sua promessa para Shanks em se tornar o Rei dos Piratas. Luffy é típico um clone diferente de Goku de Dragon Ball, porém quanto mais eu vou assistindo, mais ele se diferencia e se distância do personagem Goku, que torna Luffy um personagem único e cada vez mais intrigante.

Parece que Luffy realmente aprendeu com Shanks a escolher suas batalhas com sabedoria. Quando alguém cruza suas crenças,ou alguém que destrói seu tesouro (seu chapéu) ou tesouro de outros (como a loja do cachorro) ou até mesmo quando alguém interfere no sonho de alguém que quer se tornar o maior espadachim do mundo, ele se mostra pronto em defender seus ideais. Assim como a loja que o cachorro estava protegendo é semelhante ao seu chapéu de palha, e a missão de Zoro de se tornar o maior espadachim é novamente semelhante ao seu sonho de ser o rei dos piratas, ninguém deve interferir em seus sonhos.

Nota: 4/5

Você pode assistir One Piece pelo Crunchyroll, em japonês com legendas em português, até a presente data.

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