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Crítica: A MULHER ERRADA (2013)


SinopseEllen Plainview, uma doce e cuidadosa esposa e mãe trabalhadora, atende a porta certa tarde para saber que está presa por tentativa de homicídio. Ela entra em um pesadelo legal enquanto as evidências contra ela se acumulam até que seja esmagadora. Seus amigos e até o marido policial começam a duvidar de sua inocência, a ponto de até ela se perguntar se de alguma forma cometeu o violento crime horrível sem lembrar.

Crítica:

A Mulher Errada é um filme de TV estrelado por Danica McKellar, Jonathan Bennett e Jaleel White. Uma mulher é falsamente acusada de um crime.

De acordo com o título, que também identifica essa história como uma variação de "O Homem Errado", de Alfred Hitchcock (1956), McKellar não é culpado. "Eu não sou uma criminosa", ela explica, "eu trabalho no consultório de um dentista". Essa pode não ser sua melhor defesa, mas faz tanto sentido quanto qualquer coisa nessa história boba. "A Mulher Errada" é tão cheia de erros e equívocos que é mais divertido assisti-lo do que qualquer outro motivo.

Uma maravilhosa imagem de uma trabalhadora e mãe (Danica McKellar), cuja vida é virada de cabeça para baixo quando ela é acusada de agredir uma mulher que está em coma como resultado do ataque.

Desde o início, parece que a polícia está fazendo de tudo para provar que ela é culpada. O mesmo vale para um advogado incompetente (Jim O'Heir) alegado para sua defesa que não faz nada por ela, e realmente se volta contra ela enquanto o julgamento prossegue.

É somente quando a mulher é auxiliada por alguém da assistência jurídica (Jonathan Bennett) e começa a se defender, que a maré muda.

Há reviravoltas continuamente boas. Seu marido policial (Carter MacIntyre) realmente sai como um personagem desprezível, o seu comportamento foi uma das coisas que mais me incomodou, realmente você cria antipatia com ele. Parecia que ele realmente não se importava se ela fosse para a prisão e o que acontecesse a ela, de qualquer forma, ele se torna tão desprezível que quando ela encontra alguém que a apoie você até esquece da existência dele, até achei que ele se mostraria como o vilão, mas não foi bem assim.

Eu achei a atuação de Danica McKellar ótima, considerando que a maior parte do filme estava centrada em Danica retratando suas fortes habilidades como atriz nesse filme. Ela desempenhou suas partes emocionais no filme extremamente bem e desempenhou seu papel na sala do tribunal defendendo-se ao ponto de falar melhor do que a maioria dos advogados, especialmente o advogado coringa com excesso de peso que seu marido havia contratado para representá-la.

Devo admitir suspeitei que a policial feminina (Claudia Christian) fosse a responsável pelo ataque à prostituta na garagem na terceira vez que ela aparaceu quando Danica estava correndo.

O filme em si teve um grande elenco. Eu tenho que dizer que a história ficou um pouco no meio do caminho e poderia ter usado um pouco mais de suspense e um pouco mais de drama, mas todos os atores foram fantásticos, é definitivamente algo que eu gostei de assistir em um sábado à noite!!

Eu achei que foi muito interessante assistir com a perspectiva do personagem principal, meio que fez você se sentir tão impotente quanto a personagem se sentiu, e manteve você querendo ver alguém se levantar e apoiar ela. O personagem principal assumindo o comando foi totalmente satisfatório. Foi alguém assumindo o controle do próprio destino que faz eu gostar de filmes com temas jurídicos. Não é um blockbuster, mas é um bom filme.

Vale a pena assistir, este filme.

Ganhou o prêmio Young Artist Awards de Melhor Performance em Filme de Televisão, Minissérie, Especial ou Piloto de Jovem Atriz por Savannah McReynolds.

Trailer abaixo:

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