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Crítica: Miss Jerry (1894)


Geraldine (Jerry) Holbrook, uma menina de origem oriental, decide iniciar uma carreira no jornalismo no coração de Nova York, depois de sentir que seu pai está perto de uma queda financeira. No processo, ela se apaixona pelo editor de seu artigo, o Sr. Hamilton. Após o primeiro artigo bem sucedido, ela leva Hamilton a duvidar de seu amor por ele, e isso o faz aceitar um emprego em Londres. Mas suas preocupações provam errado quando Jerry aceita casar com ele e partir para Londres.

Mesmo com essa sinopse bem interessante, não consegui achar o filme completo necessário para fazer uma crítica mais objetiva com o conteúdo disponível, eu considero ele como um filme perdido, porém analisei os frame (imagens) do filme.

Embora tanto nos EUA quanto na Europa, os diretores produzissem filmes curtos, meramente de natureza documental, Alexander Black produziu (sem dúvida) a primeira característica das imagens em movimento. A fotoplay de 'Miss Jerry' tentou o seu melhor para criar a ilusão de movimento, com os slides mudando uma vez a cada 15 segundos.

Apesar da desvantagem do formato, "Miss Jerry" é válida se comparada a uma infinidade de filmes que se seguiram depois. O crédito tem que ir ao roteiro, que fornece um retrato encantador de uma garota do campo, Geraldine Holbrook, que decide se tornar um repórter. O romance que se desenvolve entre o personagem principal e seu editor é notavelmente sutil, recusando a dramatização. Ambos, Blanche Bayliss e William Courtenay fornecem alambiques memoráveis, suas emoções conseguem transcender as barreiras das imagens como podemos ver acima, finalmente vibrando nos olhos do espectador.

Sem saber, Alexander Black havia estabelecido uma série de temas e motivos, bem como cenas, que se tornaram cliché muito tempo depois. Ele ofereceu um olhar no futuro do cinemas.

Classificação Final: 3/5



Existe uma Cena no Youtube que não é do filme mesmo tendo a sinopse e o nome do filme, vemos que no inicio do vídeo ela fala que quem dirigiu foi William K.L. Dickson e William Heise, sendo que foi Alexander Black, assista abaixo:



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